Eu medito em outra língua
olho a ampulheta do tempo
e um mantra de ideias
me povoa nesse outono
mas tenho de enterrar meus mortos
Olho pela janela e vejo
a luz do sol entrar
agora tenho de jejuar
e pedir poemas futuros
para velar os que partiram
Solange Firmino
Categoria nacional - SINTRAJUFE - RS
2 comentários:
Olá, Solange, querida!
Como você escreve bem!
Entendo, perfeitamente, sua e nossa dor nesse tempo de Pandemia.
Beijos e muita saúde.
Tão bela esta tua prece. Tão a propósito desta angústia que vivemos.
Parabéns pelo troféu.
Cuida-te bem.
Uma boa semana.
Um beijo.
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