
Desde o século VIII a.C., Apolo se tornou mestre do canto, da música, da poesia e das Musas, mas primeiramente foi considerado um deus purificador da alma, pois a liberava de seus atos desonrosos. Ele se tornou mestre das expiações relativas ao homicídio, porque ele mesmo se submeteu a uma catarse após matar Píton, permanecendo um ano no vale de Tempe. Para se livrar da impureza do ato, era preciso que a culpa fosse expiada com ritos catárticos, evitando assim contaminação do génos, pois qualquer falta cometida por um membro da família, contaminava a família inteira. As histórias das maldições hereditárias da Grécia Antiga foram temas de vários mitos e tragédias, como a trilogia de Ésquilo.
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Solange Firmino
Texto completo na coluna Mito em Contexto, em Blocos online.
Imagem: Apolo Belvedere, de Leocarés. 300 a.C.
3 comentários:
Oi, tudo bem? adoro visitar seu blog. espero poder conversar contigo algum dia.
um grande beijo,
Emerson Facão.
Olá Solange, Muito bom seu blog!! Gosto muito de mitologia. Li há muitos anos um livro antigo, e lembro que tinha uma pintura de Da Vince, "Leda e o Cisne". Como me impressionou a imagem dos bebês saindo dos ovos...
Só um "fenômeno" acontece comigo, esqueço logo as histórias que leio, confundo os nomes...Aff!! Minha memória não me ajuda muito!!Mas toda vez que leio ou ouço uma história, me delício!!
Bjssssss
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