segunda-feira, janeiro 31, 2011

Instituto Brennand

O Instituto Brennand, em Recife, tem fantásticas obras de arte: coleções de pinturas brasileira e estrangeira, Armaria, Tapeçaria, Artes Decorativas, Escultura e Mobiliário.



Na foto acima, interior do 'Museu de Armas Castelo São João'. O núcleo de Armaria, que originou a Coleção Ricardo Brennand, é considerada hoje, uma das maiores coleções do mundo, com cerca de 3.000 peças, fabricadas na Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Suécia, Turquia, Índia e Japão. 
 Abaixo, fachada do Castelo.



  
O Instituto está em cartaz com as mostras "Frans Post e o Brasil Holandês", "Paisagens Brasileiras do século XIX" e "O julgamento de Fouquet". Na foto abaixo, uma representação do Julgamento:

 


sexta-feira, janeiro 07, 2011

Pedra Grande - Atibaia (SP)

Atibaia é uma cidade linda, e vista do alto da Pedra Grande é mais fantástica ainda...


Pedra Grande fica a 1.450 metros acima do nível do mar. Muitos fazem escalada, rapel, voo de asa delta...

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Adoração da Luz

As tradições religiosas contam que o mundo foi criado após a manifestação da luz. O moderno pensamento científico sustenta que nosso universo foi criado a partir da explosão de um átomo primordial. Nas antigas práticas místicas de civilizações como Egito, Grécia e outras, esse átomo primordial era conhecido como “Ovo Cósmico”. Místicos e cientistas concordam que o Universo nasceu da explosão de um átomo, e que essa explosão liberou a luz onde só havia trevas. Assim, o Universo foi feito de luz.
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Solange Firmino

Leia o texto completo na coluna Mito em Contexto, em Blocos online.

terça-feira, dezembro 07, 2010

Lâmia, a mulher devoradora


São muitas as figuras femininas devoradoras na mitologia grega, como a Esfinge, as Harpias, as Danaides  e as Sereias. Mesmo Sêmele, que não era um monstro, devorou o coração de Zagreu, primeiro Dioniso, e deu nascimento ao segundo Dioniso, conforme se conta no mito órfico  Lâmia era uma dessas figuras e, assim como algumas delas, antes de se tornar um monstro temido, era uma linda mulher.
Diversas histórias são contadas a respeito de Lâmia. Sua figura consta nos bestiários de várias culturas como uma criatura maligna. A aparência da Lâmia varia de uma lenda para outra. A maior parte das versões conta que seu corpo apresentava cauda de serpente abaixo da cintura e aparência feminina da cintura para cima, versão que se tornou bem popular quando o poeta inglês John Keats escreveu o poema ‘Lamia', em 1819. Lâmia também já foi descrita como uma mulher de rosto distorcido.

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Solange Firmino

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Imagem: Harpia carrega criança. British Museum.

terça-feira, novembro 23, 2010

Deuses em órbita

A palavra “asteroide” é derivada do grego “astér”, que significa estrela, e “oide”, que denota semelhança. Os pontos de luz que foram vistos nos primeiros telescópios eram parecidos com estrelas. Posteriormente, quando foram fotografados perto de sondas espaciais, notaram que os asteroides tinham superfície como a da Lua, cheia de crateras. Já foi popular a ideia de que os asteroides eram remanescentes de um planeta cujos habitantes descobriram a energia nuclear e com ela explodiram seu mundo. A teoria atualmente aceita é de que essas rochas são fragmentos de planetas que não se formaram.

Conforme foram ‘descobertos', os planetas receberam nomes de deuses da mitologia greco-romana: Júpiter, Marte, Mercúrio, Vênus, Saturno, Urano, Netuno, Plutão. Os asteroides também receberam nomes de deuses gregos durante algum tempo. No início, apenas nomes de deusas, quando os nomes se esgotaram, receberam nomes de cidades, estados, animais de estimação e pessoas reais ou fictícias. Normalmente, quem encontrasse um asteroide novo, podia dar-lhe um nome. Atualmente, a maioria deles é designada pelo ano da descoberta, seguido de letras ou números.
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Solange Firmino

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Imagem: Asteroide Eros.

domingo, novembro 14, 2010

Cacto

Na aridez do deserto
a vida percorre caminhos
de clorofila e silêncio

Solange Firmino

* Selecionado para votação no Texto da Semana no Livro da Tribo em novembro de 2010.

Electra


A tragédia Electra, do grego Eurípides, foi provavelmente representada pela primeira vez nas Dionísias Urbanas, umas das festas religiosas mais importantes de Atenas, celebrada no início da primavera em honra ao deus Dioniso. A festa durava seis dias e consistia em sacrifícios, procissão solene e concursos dramáticos. Segundo as lendas sobre Dioniso, foi em uma dessas festas que surgiu um elemento fundamental na arte teatral, a figura do ator, quando uma pessoa do coro dialogou como se fosse o próprio deus. 

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Solange Firmino

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Imagem: Electra em detalhe de alabastro ático, Museu Metropolitan.

sábado, novembro 06, 2010






* Poema selecionado para a coletânea "Os cem melhores poemas do TOC140", parte da programação literária da Fliporto 2010, a VI Festa Literária Internacional de Pernambuco.
  

Concurso Poemas no Ônibus e no Trem


A Secretaria da Cultura de Porto Alegre divulga a lista dos selecionados na edição 2010 do concurso Poemas no Ônibus e no Trem. São 48 autores que, além de terem seus poemas expostos no transporte coletivo, farão parte de coletânea a ser publicada no próximo ano.

A  19ª edição do Concurso Poemas no Ônibus  contou com mais de 700 inscrições. Os autores selecionados foram escolhidos pelo corpo de jurados, formado por Andréia Laimer, Cristina Macedo, Guto Leite, Lorenzo Ribas e Sidnei Schneider. Confira a lista dos autores selecionados na edição 2010 que estarão com seus poemas circulando nos coletivos da cidade a partir de 2011.

A lista também está disponível no estande da SMC na 56ª do Livro de Porto Alegre. Outras informações podem ser obtidas através dos fones 3289.8071 ou 3289.8072.

Selecionados:



Adair Philippsen
Alcir Nicolau Pereira
Alexandre Letnner dos Santos
Ana Luiz Trindade de Melo
Anelizse Zeidler
Carolina Duarte da Silva
Cíntia Perin
Cleonice de Campos Bourscheid
Cosme Custório Silva
Cristiane Dias
Daniel Luis de Souza
Dilveu Lúcio Carvalho Dias
Domingos Fábio dos Santos
Douglas Hugentobler Gimenis
Eduardo Silva de Morais
Evandro Marques de Souza Gomes
Fernando Fábio Fiorense Furtado
Geni Oliveira de Oliveira
Gercy Oliveira Godoy
Gilson André França de Mattos
Iara Rosali Miranda
Igor Rosa Dias de Jesus
Jean Marcel Snege
João Fernandes Lucho Melgrejo
Jordan Maia da Silva Padilha
José Edy Pereira Ferreira
José Nedel
José Schenker Weis
Juarez Cesar Fontana Miranda
Karine Alves Rosa
Laura dos Santos Boeira
Luiz Ernani Silveira de Souza
Marcelo Alves
Maria Cecília Consentino Franco
Maria da Graça Landell de Moura
Mariah de Olivieri
Milton Braga da Mota Junior
Paulo Cesar Dias Rodrigues
Paulo Cesar Tórtora
Rodrigo Domit
Ronaldo Cagiano
Rosana Banharoli
Solange Firmino de Souza
Tatiana Alves Soares Caldas
Tereza Azambuya
Thaís Botelho Silva
Tiago Dias da Silva
Vagner Brum Bitencourt

sábado, outubro 23, 2010

Hércules e as Aves do Lago de Estinfalo

Hércules era filho de Zeus com a mortal Alcmena. A esposa legítima do Senhor do Olimpo, Hera, perseguiu Hércules desde que ele era bebê, quando enviou serpentes para matá-lo e ele as estrangulou. Quando Hércules cresceu, Hera mandou uma das Fúrias provocá-lo com uma loucura, fazendo com que matasse a própria mulher e os filhos. Seguindo os conselhos do Oráculo de Delfos, Hércules serviu ao primo Euristeu como forma de se purificar do crime. O rei era simpatizante de Hera e impôs trabalhos mortais a Hércules.

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Solange Firmino

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Imagem: Ânfora ática, Hércules e as Aves do Estinfalo.

quinta-feira, outubro 21, 2010

Criação

Hoje, 21/10/2010, aconteceu na Fundação Ceperj a solenidade de entrega dos prêmios aos 26 servidores vencedores nas categorias poesia e conto da ‘14ª edição do Concurso Literário do Servidor Público do Estado do Rio de Janeiro’. Na solenidade, o presidente da Fundação, Jorge Barreto, lançou o livro ‘Servidor da Letras 2010’, que reúne os trabalhos laureados, inclusive o meu poema abaixo:

Criação


O tempo atravessa o mundo
avança pelos detritos
rasga o espaço
e chora no ombro da noite
seu cansaço de insônia

O tempo atravessa o mistério
das perguntas gastas
e o meu coração
que bate fértil e materno

O tempo atravessa a solidão humana
tão indizível que nem cabe no verso
que é deserta e sem nome
insone e surda

O tempo
Em seu nascer-morrer sem fim nem começo
Atravessa o sol de outono
e o azul e frágil céu dos deuses

Os deuses atravessam o tempo
e as fronteiras nuas das estrelas
ei-los, obscenos,
criando o homem e o universo

Solange Firmino


sábado, outubro 16, 2010

Mito em Contexto número 100!


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Muitas centenas de anos nos separam dos primórdios da cultura greco-romana. O Olimpo hoje é apenas uma montanha na paisagem, e não parece abrigar os deuses, mas as representações que sobreviveram podem ser vistas entre as ruínas de várias cidades ou espalhadas pelos museus. Ainda que os deuses mitológicos não sejam cultuados, os mitos vivem na literatura. Os deuses e heróis das lendas dialogam com nosso cotidiano. Trazemos sua grandeza, seus poderes e vitórias para nossas próprias vidas e lhes damos sentido.

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Solange Firmino


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Imagem: Busto de Zeus no Museu de Nápoli.

domingo, setembro 12, 2010

Zeus e Calisto

Antes de vencer os Titãs, Zeus destronou o pai Crono, que já havia destronado o pai Urano. Depois de castigar os inimigos, o novo Senhor do mítico Monte Olimpo cedeu o poder do mar ao irmão Poseidon e o mundo subterrâneo ao irmão Hades. O domínio de Zeus foi consolidado com uniões amorosas que produziram deuses e heróis, confirmando um de seus epítetos de deus da fertilidade. Inúmeras famílias míticas, e até famílias reais, apontavam um ancestral nascido dos amores de Zeus, afinal, a origem divina também era um atributo da realeza.

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Solange Firmino

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Imagem: Calisto e Zeus (na forma de Ártemis), de François Boucher.


sábado, agosto 21, 2010

Hércules e o Javali do Erimanto

O herói Hércules, filho da mortal Alcmena com Zeus, Senhor do Olimpo, seguiu os conselhos do Oráculo de Delfos e serviu ao primo Euristeu para se purificar por ter matado a mulher e os filhos. Hércules o fizera sob uma loucura temporária provocada pelas Fúrias a mando de Hera, a legítima esposa de Zeus. O rei Euristeu era simpatizante de Hera e impôs trabalhos mortais a Hércules.

A primeira tarefa do herói foi matar o invencível Leão que devastava a região de Nemeia e levar a pele ao rei; logo após, matou a serpente gigante Hidra, que aterrorizava a região pantanosa de Lerna. Também caçou e levou viva para Micenas a corça Cerinia. Na quarta aventura envolvendo um perigoso animal, Hércules enfrentou um javali e o levou a Euristeu.

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Solange Firmino

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Imagem: Hércules e o javali, ânfora do século VI a.C.

XIII Prêmio Cidadão de Poesia

A festa de premiação acontece hoje (21/08/2010) em Limeira.

Os classificados da Categoria Livre são os seguintes:

- Fênix - Solange Firmino de Souza (Rio de Janeiro/RJ)
Primeiro Lugar (EU!)

- Sepucral - Sebastião Bonifácio Junior (Muriaé – MG)
Segundo lugar

- Lambendo com a poesia - Julinho Terra (Rio de Janeiro/RJ)
Terceiro Lugar

• Menções Honrosas

Sangrei meus lábios de beijar quimeras (Alessandra Pires Bertazzo - Curitiba/PR)

IML (Éder Rodrigues - Belo Horizonte/MG)

Sorte grande (Elias Araújo - Américo Brasiliense/SP

Descalça (Henriette Effenberger - Bragança Paulista/SP)

Sua excelência, a rima (Nédia Sales de Jesus, - Conceição do Almeida/BA)

Ser tão Severino (Rômulo César L. R. de Melo, - Recife/PE)

Apropriação indébita (Tatiana Alves - Rio de Janeiro/RJ)

Participaram 37 poetas na Categoria Regional e 82 na Categoria Livre, totalizando 119 inscritos, representando 50 cidades de vários estados brasileiros e uma de Portugal.

terça-feira, agosto 10, 2010

Leto e os filhos de Zeus


Após uma aventura com Zeus, Leto engravidou e percorreu o mundo quando a hora do parto estava próxima. Hera, esposa legítima do deus, proibiu a terra de acolher a grávida, e nenhuma região quis recebê-la. Leto recebeu abrigo na ilha de Ortígia, que não estava fixa em parte alguma e, portanto, não pertencia à Terra. Um dos gêmeos nascidos de Leto, Apolo, mudou depois o nome da ilha para Delos e a fixou no Centro do mundo grego.

Leto passou dias sofrendo, pois Hera segurou no Olimpo a deusa dos partos, Ilítia, que fechava o caminho de Leto com o ato de manter as pernas cruzadas. Outras deusas estavam ao lado de Leto, mas nada podiam fazer sem o consentimento de Hera e a presença de Ilítia. Enviaram a mensageira Íris com um presente para Hera: um colar de fios entrelaçados. Quando colocou o colar no pescoço, a deusa liberou as energias represadas: Ilítia descruzou as pernas e desceu à ilha.

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Solange Firmino

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Imagem: Apolo, Ártemis e Leto.

sábado, julho 17, 2010

Glauco e Sila


Glauco era uma divindade marinha cujas origens divergem, mas a lenda mais conhecida diz que era filho de um pescador. Um dia, pescando em uma ilha, descobriu que a relva onde colocava os peixes que apanhava os trazia de volta à vida. Decidiu então provar as folhas.

O jovem logo sentiu vontade de entrar na água, e os deuses Oceano e Tétis receberam o novo membro com honras. Seu aspecto mudou, passou a ter cabelos verdes e cauda de peixe no lugar das pernas. A partir daí, pertencia definitivamente ao mar.

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Solange Firmino

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Imagem: A feiticeira Circe, de J.W. Waterhouse.

sexta-feira, junho 25, 2010

Têmis, segunda esposa de Zeus


Em grego, a palavra ‘Thémis' tem origem no verbo ‘tithénai', “estabelecer como norma”, por isso Têmis representa o que é estabelecido como a regra, a Lei divina, a Justiça, por oposição à Lei humana. Têmis foi considerada a deusa da Justiça emanada dos deuses e das Leis eternas e aparecia como segunda esposa de Zeus, após Métis.

Têmis foi mãe das Horas: Irene (Paz), Eunômia (Disciplina) e Dike (Justiça), que eram consideradas guardiãs do ciclo natural de crescimento da vegetação e do clima, chamadas também de Estações. Representavam a ordem natural e cíclica: primeiro o inverno, depois a primavera; primeiro o dia, depois a noite; uma hora depois a outra... Eram divindades da natureza e ainda asseguravam o equilíbrio da vida em sociedade. A lei da ordem natural é uma extensão dos atributos da Justiça emanada da mãe Têmis.

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Solange Firmino

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Imagem: Têmis e Egeu.


domingo, junho 13, 2010

A paciência de Hércules


Hércules era filho da mortal Alcmena com Zeus, Senhor do Olimpo. A esposa legítima do deus, Hera, perseguiu Hércules desde que ele era bebê, quando enviou serpentes para matá-lo e ele as estrangulou. Quando Hércules cresceu, Hera mandou uma das Fúrias provocá-lo com uma loucura, fazendo com que matasse a própria mulher e os filhos. O herói seguiu os conselhos do Oráculo de Delfos e serviu ao primo Euristeu como forma de se purificar do crime. O rei era simpatizante de Hera e impôs trabalhos mortais a Hércules, que continuou com Hera no seu encalço.

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Solange Firmino

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Imagem: Hércules e a Corça.

sábado, maio 22, 2010

O cavalo alado Pégaso


O famoso cavalo nasceu, segundo a mitologia grega, do sangue da Medusa, após esta ser decapitada por Perseu. Pégaso é apresentado como oriundo do pescoço da Górgona, junto com o gigante Crisaor, ambos gerados na união com Poseidon, mas também aparece como gerado pela Terra fecundada com o sangue da Medusa.

Medusa teria sido uma bela mulher, mas ousou se comparar em beleza com a deusa Atena, que, irritada com a pretensão, transformou os cabelos da jovem em serpentes e deu aos seus olhos o poder de transformar quem a visse em pedra. Uma variante do mito diz que Poseidon teria violado Medusa dentro de um templo de Atena, por isso a deusa a teria punido.

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Solange Firmino

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Imagem: Belerofonte e Pégaso.